Viva Goals ficou aquém das expectativas
A Microsoft anunciou recentemente que irá descontinuar o Viva Goals – sua ferramenta de acompanhamento de Objetivos e Resultados-Chave (OKRs) – até 31 de dezembro de 2025. A razão foi simples: baixa adesão. A própria Microsoft reconheceu que a “adoção e uso do Viva Goals não cresceram” na escala necessária para justificar novos investimentos. A notícia surpreendeu muitos usuários que haviam apostado na metodologia de OKRs com a plataforma. Um analista do setor chegou a levantar a hipótese de que talvez a metodologia de OKRs ainda não seja suficientemente difundida para justificar uma ferramenta dedicada. Em outras palavras, uma solução voltada exclusivamente para OKRs pode ter sido restrita demais para conquistar adoção ampla em organizações diversas.
OKR sozinho não basta

O fim do Viva Goals traz uma lição importante: OKRs, sozinhos, não são uma solução mágica para a gestão de desempenho e estratégia. A metodologia OKR ajuda a gerar foco e alinhamento, mas especialistas alertam que ela não funciona isoladamente. Como aponta o Balanced Scorecard Institute, “OKRs não substituem o Balanced Scorecard ou qualquer outra prática de gestão consolidada” – o melhor uso é como complemento dentro de um sistema estratégico mais abrangente. Na prática, isso significa que definir objetivos e resultados-chave é apenas uma parte do todo. Sem uma estrutura holística que conecte os OKRs à visão e às operações da empresa, as equipes podem acabar trabalhando em metas desconectadas da estratégia principal.
Empresas já utilizam há muito tempo múltiplas abordagens de gestão para cobrir todos os aspectos do negócio. Modelos como Gestão por Diretrizes (GPD) ou o Balanced Scorecard ajudam a desdobrar a estratégia em metas concretas e equilibradas. Técnicas de gestão de projetos são usadas para garantir a execução, e processos de gestão de desempenho avaliam pessoas e resultados. OKRs podem oferecer foco, mas não têm o alcance e a robustez de uma abordagem multifacetada. Líderes experientes afirmam que a gestão de performance eficaz requer “não só uma metodologia moderna, mas uma plataforma durável e adaptável” que evolua junto com a organização. Algumas soluções já entenderam isso: hoje, há plataformas que integram OKRs, Balanced Scorecard e outros frameworks para permitir que equipes acompanhem metas, indicadores e projetos em um único lugar. A mensagem é clara: para realmente impulsionar resultados, os OKRs precisam estar conectados a um sistema de gestão mais amplo.
Como a Actio preenche essa lacuna
É nesse ponto que a Actio Software apresenta uma nova perspectiva. A plataforma da Actio parte da premissa de que OKRs são apenas uma peça do quebra-cabeça da performance. Ela já vem preparada para suportar diversas metodologias de gestão, permitindo que cada organização personalize sua abordagem em vez de se adaptar a um modelo único. Com a Actio, é possível integrar métodos ágeis (como quadros Scrum ou Kanban) com frameworks clássicos como MBO e Balanced Scorecard, tudo em um só sistema. O Actio Gestão Estratégica, módulo da Actio, já oferece suporte às principais metodologias do mercado, permitindo que a estratégia seja desdobrada desde o nível corporativo até equipes e indivíduos sem a necessidade de múltiplas ferramentas. Isso garante o alinhamento entre projetos, indicadores e metas individuais com os objetivos estratégicos da empresa.
Com a Actio, os OKRs são contextualizados, acompanhados de planos de ação e medidos por métricas balanceadas. Em vez de depender de uma solução limitada, as organizações podem integrar OKRs a uma gestão estratégica completa – do desdobramento de metas à revisão contínua de performance. O resultado é uma abordagem mais robusta, onde os OKRs realmente entregam valor como parte de um processo completo de execução estratégica. A saída da Microsoft de um modelo baseado apenas em OKR reforça a principal lição para o mercado: plataformas flexíveis e multifuncionais, como a Actio, são essenciais para resultados sustentáveis.










