Caso de sucesso

Colbún

Impulsione a Estratégia com Inteligência: Gestão de Riscos Corporativos com a Actio

A Colbún S.A., uma das principais geradoras de energia do Chile, lidera a transição energética com um portfólio diversificado que inclui usinas hidrelétricas, térmicas e projetos de energia renovável.

Em um ambiente de alta complexidade regulatória, operacional e estratégica, a Colbún levou sua gestão de riscos além do cumprimento, transformando-a em um elemento-chave para a tomada de decisões corporativas.

O que começou como um modelo robusto baseado em planilhas, sustentado por anos de experiência e conhecimento interno, enfrentou um ponto de inflexão diante do crescimento da organização, da incorporação de novas exigências regulatórias e da necessidade de integrar múltiplas disciplinas de risco sob uma mesma visão.

Colbún

Website: www.colbun.cl

Setor: Energia (Geração e Transmissão)

Tamanho da empresa: +1.000 funcionários

Sede: Santiago de Chile

Solução Actio: Gestão de Riscos e IA

+240

Riscos corporativos monitorados e avaliados conforme normativas

100%

Análise enriquecida com Inteligência Artificial

1

Autonomia no registro direto de riscos pelas áreas

Avaliações baseadas em fórmulas personalizadas

Controle otimizado, redução de processos.

Reuniões de acompanhamento com dados em tempo real

Desafios

A Colbún enfrentou vários obstáculos operacionais.

Modelos baseados em Excel

Durante anos, a gestão de riscos na Colbún se apoiou em planilhas. Essa abordagem permitia flexibilidade e controle técnico, mas dependia do conhecimento das pessoas e de processos manuais.

  • Dificuldade para consolidar informações
  • Falta de rastreabilidade nas avaliações

Gestão de Alta Complexidade

A organização não enfrentava apenas riscos operacionais comuns, mas seu modelo integrava oito disciplinas distintas de risco. Gerenciar essa diversidade de variáveis de forma manual aumentava significativamente a complexidade da análise e a possibilidade de erros na visão global do risco corporativo.

Ambiente Regulatório e Prevenção de Delitos

O contexto normativo no Chile mudou de forma significativa com a incorporação de cerca de 240 novos delitos corporativos, ampliando drasticamente o alcance dos modelos de prevenção.

  • Maior volume de riscos a serem avaliados
  • Necessidade de rastreabilidade completa para auditorias

Subjetividade na Avaliação de Riscos

Um dos maiores desafios era transformar avaliações baseadas em percepção em análises técnicas e fundamentadas.

  • As probabilidades eram definidas por critério individual
  • Não havia uma justificativa documentada
  • As avaliações não eram consistentes entre áreas

A SOLUÇÃO

A Colbún implementou o Módulo de Gestão de Riscos da Actio para sistematizar e fortalecer a gestão corporativa.

A capacidade de adaptar o sistema aos modelos próprios da Colbún foi um fator decisivo. Diferentemente de outras soluções do mercado, a plataforma permitiu incorporar fórmulas personalizadas e respeitar a lógica técnica já desenvolvida pela equipe.

Soluções-chave adotadas:

  • Módulo de Gestão de Riscos: Para estruturar o ciclo completo — identificação, análise de causas e consequências, avaliação de probabilidade e impacto, e acompanhamento de planos de ação.
  • Dashboards de Analytics: Implementação de visualizações dinâmicas para transformar os dados de risco em conversas estratégicas com a alta direção.

IMPLEMENTAÇÃO E IMPACTO

A integração da plataforma Actio foi fundamental. Ela forneceu um sistema centralizado e transparente para atribuir e acompanhar ações, monitorar indicadores e garantir a responsabilização (accountability). Diferentemente de planilhas ou apresentações, a plataforma tornou as responsabilidades tangíveis e mensuráveis, permitindo que líderes e gestores se preparassem de forma mais eficaz para as reuniões e cumprissem seus compromissos. Essa clareza se estendeu a todos os níveis da gestão, desde o conselho diretor até as equipes operacionais.

1

Rigor técnico e otimização

A implementação começou com um piloto na área financeira, onde se colocou à prova a profundidade real das avaliações. O que antes podia ser resolvido com uma classificação geral passou a exigir fundamentação, lógica e evidências por trás de cada risco. Essa mudança elevou o nível de análise dentro da organização, levando as áreas a questionar e compreender melhor suas avaliações. A partir desse processo, foram identificados riscos superestimados e controles redundantes, permitindo otimizar o modelo e direcionar os esforços para o que é realmente crítico para o negócio.

"A maior virtude da Actio é sua flexibilidade. Ela nos permitiu adaptar o sistema ao nosso modelo de risco, algo que não havíamos visto em outras plataformas."
Jorge Andaur
Gerente Corporativo de Riscos

2

Eficiência e Autonomia Operacional

A implementação permitiu descentralizar a gestão de riscos, transferindo a responsabilidade para as áreas de negócio. O que antes dependia de uma equipe central, hoje é gerido diretamente por cada área, com mais agilidade e clareza.

Essa mudança não apenas reduziu a carga operacional, como também aumentou a qualidade das informações, já que passaram a ser geradas por quem está mais próximo da operação. As áreas começaram a assumir seus riscos, integrando-os de forma natural à gestão do dia a dia.

A Colbún alcançou um modelo mais eficiente, no qual a gestão de riscos deixou de ser um processo isolado para se tornar uma prática integrada e contínua dentro da organização.

"O que nos surpreendeu é que hoje o pessoal de projetos, de forma totalmente autônoma, está incorporando seus riscos na ferramenta; isso é algo que não havia acontecido antes com outros sistemas."
Jorge Andaur
Gerente Corporativo de Riscos

3

Visibilidade em Tempo Real e Engajamento

A centralização das informações permitiu a transição de uma gestão reativa, baseada em relatórios periódicos, para um monitoramento contínuo dos riscos. A organização deixou de depender de consolidações manuais para compreender sua exposição e passou a operar com uma visão atualizada e transversal.

Isso transformou a dinâmica de acompanhamento: as conversas deixaram de começar pela coleta de dados e passaram a partir da análise e da tomada de decisões. A informação deixou de ser um insumo tardio para se tornar um facilitador imediato.

Além disso, a visibilidade direta gerou um maior envolvimento da alta direção. Ao ter acesso às informações sem intermediários, o nível de questionamento e a profundidade das revisões aumentaram, fortalecendo a qualidade do acompanhamento.

Esse acesso compartilhado não apenas melhorou a transparência, como também alinhou as diferentes áreas sob uma mesma leitura de risco, reduzindo atritos e permitindo uma gestão mais coordenada e proativa.

"Ter acesso em tempo real aos indicadores e pontuações durante as reuniões de resultados motiva a equipe. Eles podem ver exatamente onde estão e o que precisa melhorar."
Jorge Andaur
Gerente Corporativo de Riscos

4

Melhor Alinhamento Estratégico

A consolidação da gestão de riscos em uma única plataforma permitiu conectar os riscos diretamente à tomada de decisões estratégicas da organização.

Ao contar com informações estruturadas, atualizadas e comparáveis entre áreas, a organização conseguiu alinhar a gestão de riscos às suas prioridades de negócio, deixando de ser um exercício isolado para se tornar um insumo real na definição e no acompanhamento da estratégia.

Essa mudança trouxe maior coerência à organização, garantindo que os riscos relevantes fossem considerados nos diferentes níveis de decisão, desde a operação até a alta direção. Além disso, facilitou uma priorização mais clara, direcionando os esforços para os riscos de maior impacto estratégico e permitindo uma melhor alocação de recursos.

O QUE PODEMOS APRENDER COM A COLBÚN S.A.

1

A flexibilidade como requisito para a sofisticação técnica

Um dos principais aprendizados do caso é que a sofisticação técnica na gestão de riscos não pode se sustentar em ferramentas rígidas. A Colbún já contava com um modelo robusto, construído ao longo do tempo, com múltiplas variáveis, critérios e disciplinas. O desafio não era simplificá-lo, mas encontrar uma forma de escalá-lo sem perder sua profundidade.

Nesse contexto, a flexibilidade deixou de ser uma característica desejável e passou a ser um requisito crítico. A experiência da Colbún demonstra que, quando uma ferramenta permite configurar fórmulas, variáveis e metodologias próprias, não apenas se preserva o rigor técnico, como ele é potencializado.

Além disso, essa flexibilidade facilita a evolução do modelo ao longo do tempo, permitindo incorporar novas exigências, como mudanças regulatórias ou novas disciplinas de risco, sem a necessidade de reconstruir o sistema do zero.

"A maior virtude da Actio é sua flexibilidade. Ela nos permitiu adaptar o sistema ao nosso modelo de risco, algo que não havíamos visto em outras plataformas.”.
Jorge Andaur
Gerente Corporativo de Riscos

2

O fator humano como eixo da gestão de riscos

Um dos aprendizados mais relevantes é que a gestão de riscos não falha por metodologia ou ferramentas, mas pela forma como as pessoas se relacionam com elas.

No caso da Colbún, a verdadeira mudança não ocorreu com a implementação de uma plataforma, mas quando as áreas passaram a se envolver ativamente, questionar suas avaliações e assumir responsabilidade sobre seus riscos.

Antes, a gestão era mais centralizada e muitas decisões eram tomadas de forma isolada ou baseadas em percepção. Com o novo modelo, houve uma mudança na dinâmica: as áreas deixaram de ser receptoras e passaram a ser protagonistas. A experiência demonstra que nenhum modelo é sustentável se depender exclusivamente de uma equipe central. A verdadeira maturidade ocorre quando a gestão de riscos se integra à forma como cada área conduz sua operação.

Nesse sentido, o fator humano não é apenas mais uma variável: é o elemento que determina se a gestão de riscos realmente funciona ou não.

3

Como a IA eleva o padrão de análise

A incorporação de inteligência artificial na Colbún não foi entendida como uma automação adicional, mas como uma forma de elevar o padrão com que os riscos são analisados.

Tradicionalmente, a qualidade da análise dependia em grande medida da experiência individual: o quão bem uma pessoa conseguia identificar causas, antecipar consequências ou construir cenários. Isso gerava variabilidade entre áreas e limitava a profundidade das análises. A ferramenta permite complementar o julgamento especializado com informações mais amplas, ajudando a: identificar causas e consequências menos evidentes, ampliar a cobertura da análise, reduzir vieses individuais e padronizar a qualidade entre equipes.

Além disso, facilita que áreas com menor experiência em gestão de riscos consigam construir análises mais robustas, acelerando sua curva de aprendizado e reduzindo a dependência de especialistas.

“Abre os olhos… traz perspectivas que você não havia considerado, e isso melhora muito a análise.”.
Jorge Andaur
Gerente Corporativo de Riscos

Resumo

O caso da Colbún evidencia como a gestão de riscos pode evoluir de uma abordagem operacional para um habilitador estratégico quando se combinam tecnologia, rigor metodológico e mudança organizacional.

A partir da implementação, fortaleceram significativamente o nível técnico de suas avaliações, passando de critérios baseados em percepção para análises estruturadas, fundamentadas e comparáveis. Isso não apenas permitiu melhorar a qualidade do diagnóstico, mas também otimizar seu modelo de controle, eliminando redundâncias e direcionando os esforços para os riscos realmente críticos. Ao mesmo tempo, a descentralização da gestão permitiu que as áreas de negócio assumissem um papel ativo, aumentando a eficiência operacional e garantindo que as informações fossem construídas a partir da realidade de cada processo. Essa mudança fortaleceu o engajamento organizacional e consolidou uma gestão mais ágil e sustentável ao longo do tempo.

A consolidação das informações em uma única plataforma proporcionou visibilidade em tempo real, transformando a dinâmica de acompanhamento. As conversas deixaram de se concentrar na elaboração de relatórios e passaram a focar na análise e na tomada de decisões, elevando o nível das discussões tanto no âmbito operacional quanto no executivo.

Tudo isso permitiu alinhar a gestão de riscos à estratégia do negócio, garantindo que os principais riscos fossem considerados na tomada de decisões e na alocação de recursos.

Em conjunto, a Colbún não apenas melhorou sua gestão de riscos:
Ela a transformou em uma capacidade organizacional essencial para antecipar, priorizar e decidir em um ambiente cada vez mais complexo.

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