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Remuneração estratégica e governança: por quê?

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De acordo com o IBGE, metade das empresas no Brasil fecham as portas nos primeiros quatro anos. É um número expressivo e que serve para várias reflexões. Fatores externos como o cenário econômico e político certamente influenciam para que essa situação aconteça. Porém, é preciso também olhar para dentro. E a gestão dos negócios está entre as questões mais importantes a se avaliar.

Neste contexto, a Remuneração Estratégica e a Governança Corporativa surgem como temas centrais para as empresas que querem perseverar neste mercado competitivo.

Entender qual é a melhor solução sobre a remuneração de funcionários, além da direção que se quer tomar para gerir uma corporação, se tornam cruciais para sobreviver em cenários desfavoráveis como os de hoje.

Leia ainda: O alinhamento entre estratégia e política de participação nos lucros

Mas, o que é governança corporativa?

A Governança Corporativa é o sistema que regula a maneira como o negócio é direcionado, além das relações entre os atores envolvidos (sócios, diretoria, funcionários, fornecedores, etc) com os objetivos da empresa. Ela pode se traduzir em:

  • Processos
  • Costumes
  • Políticas
  • Leis
  • Regulamentos
  • Instituições

E o que é remuneração estratégica?

A Remuneração Estratégica é a combinação entre diferentes tipos de remuneração, sendo dividida entre fixa e variável.

Como o próprio nome diz, ela é estratégica por ser um modelo que atrela a remuneração extra do funcionário ao desempenho da empresa.

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Com a Remuneração Estratégica, é mais fácil alinhar os objetivos do negócio junto aos colaboradores, retendo talentos e alcançando melhor os resultados pretendidos.

Ela pode aparecer como:

  • Salário por competências (cargos administrativos e de liderança)
  • Previdência complementar
  • Remuneração por resultados
  • Metas e indicadores: individual e de equipe
  • Participação acionária

Como elas podem se influenciar?

Ambos modelos são extremamente importantes para todas empresas. O grande detalhe é que Governança Corporativa e Remuneração Estratégica não conseguem viver separadas.

É claro que você pode estabelecer apenas uma delas em seu negócio. Mas os resultados esperados serão menores ou até inexistentes.

A partir do momento em que se estabelece as direções que uma corporação deve seguir, alinha-se os objetivos com os colaboradores.

Na outra ponta, é possível definir remunerações para se alcançar tais objetivos, fechando um ciclo positivo dentro da empresa.

Vamos a um exemplo para deixar ainda mais claro: pense que sua empresa tem como um dos pilares da governança a transparência com seus clientes. Com isso em mente, você pode dar bonificações para funcionários mais bem avaliados no SAC.

Viu como Remuneração Estratégica e Governança Corporativa podem fazer a diferença no seu negócio?

Se ficou alguma dúvida, deixe nos comentários que ficaremos satisfeitos em ajudar!

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