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Início » Blog Actio Brasil » Gestão de processos vinculado a gestão estratégica

Gestão de processos vinculado a gestão estratégica

Saiba como o uso de indicadores de processos pode ajudar na gestão estratégica da sua empresa e na busca pela melhoria contínua.
  • 09/08/2013
  • 14:51
  • notícias

Saiba como o uso de indicadores de processos pode ajudar na gestão estratégica da sua empresa e na busca pela melhoria contínua.

No contexto atual de alta competitividade e necessidade de se tomar decisões estratégicas muito rapidamente, as empresas têm que, não apenas, monitorar seus resultados operacionais, mas também garantir o seu alinhamento com a estratégia empresarial. Essa gestão estratégica precisa ser levada à prática de maneira em que assegure o sucesso da companhia, utilizando corretamente os sistemas de avaliação e controle da estratégia, bem como um monitoramento constante e reavaliação da operação da entidade ou órgão público.

Para tal, é preciso definir um painel de indicadores (parte importante da gestão estratégica), que possa fornecer informações importantes para a melhoria contínua dos processos da organização. Para Almir Mendes, diretor da AMCorpBrasil, a frase de Deming define tudo: “Não se gerencia o que não se mede. Não se mede o que não se define. Não se define no que não se entende. Não há sucesso no que não se gerencia”, cita. Ele explica que sem indicadores, não se tem condições de gerenciar uma organização. “É um elemento essencial em qualquer organização para facilitar o processo de tomada de decisão. Para gerir a organização, seja ela privada ou pública, é necessário que os gestores tenham um painel de instrumentos, e nele, um conjunto de indicadores monitorando o desempenho e indicando o caminho a ser seguido”, revela.

Segundo Renan Chagas, diretor da Grow up Consultoria e Gestão Empresarial, “o indicador está diretamente relacionado a uma meta a ser atingida, é como você mensura”, reforça. Segundo Chagas, é o indicador quem revela se a companhia atingiu ou não a meta e quanto faltou para atingir.

A mensuração dos resultados deve trazer para a empresa informações úteis e rápidas para a tomada de decisão mais assertiva, podendo auxiliar na definição de prioridades e direcionando os processos em todos os níveis, desde a alta gerência até o nível operacional. Por isso, a criação dos indicadores deve ser cuidadosamente pensada, para que possa realmente refletir o que a empresa quer monitorar. Segundo Chagas, no momento de criação do indicador deve se ter o entendimento de uma relação de causa e efeito. “Criar um indicador de resultado, aquele que está diretamente relacionado a uma meta, é mais fácil, pois a gente mede o resultado final. Mas, Imagina que eu tenho uma meta de volume de vendas. Aí eu preciso de um indicador de tendência. Por exemplo, se eu tenho um histórico que mostra que eu preciso fazer 100 visitas para realizar 10 vendas, eu tenho que acompanhar o numero de visitas para prever o numero de vendas. A partir dessa previsão, da pra fazer um acompanhamento mesmo antes de ter o resultado final”, explica.

Mendes completa dizendo que a primeira coisa a ser levada em consideração para criar um indicador é que eles têm que mostrar aquilo que realmente você quer medir no processo ou no projeto. “Deve haver uma consistência nos indicadores, no levantamento deles e na aplicação deles. A primeira coisa é a consistência. Para que depois, com essa informação você possa tomar a decisão”, afirma.

É natural que os indicadores também passem por uma curva de aprendizado, onde se pode testar sua aderência e sua eficácia, para poder ajustá-lo ao longo do tempo. Chagas alerta que não existe um número certo de indicadores a serem aplicados, isso depende de cada tipo de negócio e do modelo de gestão escolhido. “O número de indicadores depende do mapa estratégico da organização. Traçando o mapa estratégico, os objetivos, aí sim é possível definir os indicadores. A gente recomenda, no mínimo, um indicador por objetivo estratégico”, reitera.

A criação e mensuração dos indicadores trazem consigo alguns desafios, como a definição dos indicadores que melhor se adaptam ao negócio, a dificuldade de mensuração, a quebra da barreira cultural, entre outros. Para Mendes, o maior desafio é vencer a cultura organizacional. “O mais difícil é você mudar a cultura. Em várias organizações nas quais eu passei fazendo a implantação do painel de indicadores, até no nível da direção a preocupação era: será que agora vão ficar vendo tudo o que eu faço na empresa? Ai você tem que explicar que não, que o foco está em melhorar os processos da organização”, comenta.

Chagas concorda que a cultura organizacional é o maior desafio. “Na minha opinião, o desafio está na maturidade e disciplina do grupo de gestores para fazer a gestão dos indicadores por meio de uma analise crítica. Mais que mensurar, é importante sentar periodicamente pra analisar esses indicadores e pensar em melhorias. Falta essa disciplina nas organizações. Há uma tendência em ficar no operacional e esquecer de fazer essas reflexões sobre a estratégia da organização”, afirma.

Em linhas gerais, os indicadores sozinhos, não têm todas as respostas para a gestão estratégica da empresa, mas a união de diversos indicadores, monitorados simultaneamente, é que compensa as deficiências e gera um montante de informações satisfatórias para a avaliação dos rumos da organização, seja ela pública ou privada. A melhor maneira de organizar esses indicadores e visualizar as respostas que eles trazem, é reunindo-os em softwares que registram e guardam as informações em um ambiente informatizado, favorecendo a coleta de dados e gerando um histórico do percurso da organização.

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